Parábola das Minas – Ansiedade pela vinda do reino de Deus

Pregador:

(Lc. 19: 11-26)

Um dos assuntos mais recorrentes entre os crentes é o final dos tempos, a volta de Jesus. Alguns até fazem disso a busca de sua vida interpretar os sinais.

Jesus conta essa parábola exatamente para quem vive essa busca. A ideia principal dessa parábola é nos alertar a não viver paralisado à espera do fim. Há coisas para realizar.

Jesus é o nobre que veio de sua terra implantou o Reino e deixou ordem aos seus súditos que fizessem render o que lhe dera em igual quantidade.

Aconteceu que o rei do Reino, volta e chama a todos para prestação de contas.

Estamos preparados para a prestação de contas? O Rei voltará para saber de nós o que fizemos com os recursos recebidos.

Tem gente tão fixada nos eventos apocalíticos que se esquecem de viver.

 Quatro tipos de servos (arquétipos de todos)

Um servo recebeu 1 fez render 10 minas – recebeu autoridade sobre 10 cidades.

Outro fez recebeu 1render 5 minas – recebeu autoridade sobre 5 cidades.

Outro recebeu 1não fez render nada – lhe foi tirado o que tinha e dado a quem tinha mais. Outros não se submeteram as ordens do Rei.

Foi entregue quantidades iguais de minas para cada. A responsabilidade de cada um é desenvolver o que recebeu a fim de apresentar ao Rei do reino que voltará para o acerto de contas final.

Não é necessária uma preocupação exacerbada com o fim. Devemos apenas manter a fé de que o Reino virá.

O importante não é o quanto se faz, não vivemos no reino a ditadura da produtividade. O que importa é fazermos o máximo com o que recebemos.

Como será a prestação de contas no Reino?

Três tipos de servos mostraram disposição de submeterem-se ao rei. Somente os os que se rebelaram contra o rei do reino é que tiveram suas vidas ceifadas pela desobediência. A prestação de contas considera a nossa submissão ao Rei.

Pensar nas minas como sendo a moeda da submissão

A grande questão é o que produz em nós a submissão a Cristo?

Um crente legalista? Religioso? Defensor de dogmas? Um juiz? Ou alguém pobre de espírito, consolador, manso, com fome e sede da justiça de Deus, misericordioso, pacificador, puro de coração?

O Rei é Rei sobre todos inclusive sobre os que não se submetem.

Mas apenas os que se submeteram a autoridade do Reino e desenvolveram seus recursos, receberão, quando da prestação de contas, autoridade na vinda definitiva do Reino.

Essa também é uma parábola que fala de submissão ao Rei. É submetendo-se ou não ao Rei Jesus que sela o nosso destino eterno.

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